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	<title>COM.ACESSO</title>
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	<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 18:14:39 +0000</pubDate>
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		<title>Acesso digital - &#8220;Acessibilidade de Verdade!&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jun 2007 00:23:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos dias de hoje o acesso à internet deve ser uma realidade para todos. É incompreensível que no século XXI, em que é visível uma “webdependência”, a informação seja inacessível a alguns. Refiro-me a pessoas com necessidades especiais (como deficientes visuais) que encontram constantes barreiras na utilização da internet, por factores banais como a falta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code></code>Nos dias de hoje o acesso à internet deve ser uma realidade para todos. É incompreensível que no século XXI, em que é visível uma “webdependência”, a informação seja inacessível a alguns. Refiro-me a pessoas com necessidades especiais (como deficientes visuais) que encontram constantes barreiras na utilização da internet, por factores banais como a falta de sensibilização, de quem concebe essa informação.<br />
No sentido de colmatar estas dificuldades, alertar o cidadão comum e desafiá-lo a cumprir normas de acessibilidade na Web, uma equipa de cidadãos brasileiros insiste em divulgar o seu projecto, lutando contra a exclusão digital. Desta forma, seguem a receita: “combinamos o conhecimento técnico/teórico com o prático, acrescentamos muitas colheradas da diversidade de experiências, temperamos com porções de inovação e criatividade; provamos inúmeras vezes, enquanto ainda está no forno e, depois de pronto, não deixamos esfriar nunca”.</p>
<p>Ouça na primeira pessoa as dificuldades encontradas!</p>
<p><code></code><code></code></p>
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		<title>Projecto para a inclusão digital</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jun 2007 21:03:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardomonteiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>

		<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[De forma a melhorar o acesso de pessoas portadoras de deficiência às tecnologias de informação e comunicação, a Escola Superior de Educação de Leiria concebeu o CRID (Centro de Recursos para a Inclusão Digital), um projecto pioneiro nesta área. Nesta podemos encontrar materiais de alta tecnologia de apoio à informática, tais como monitores tácteis, ratos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De forma a melhorar o acesso de pessoas portadoras de deficiência às tecnologias de informação e comunicação, a Escola Superior de Educação de Leiria concebeu o CRID (Centro de Recursos para a Inclusão Digital), um projecto pioneiro nesta área. Nesta podemos encontrar materiais de alta tecnologia de apoio à informática, tais como monitores tácteis, ratos especiais, teclados adaptados a pessoas com deficiência motora, câmaras de captação de movimento ocular, software de reprodução de conteúdos por voz, impressoras de relevo e em Braille, teclados especiais para comunicação vocal, sistema de controlo do computador pela íris entre outros. Assim, objectivos como a avaliação e diagnóstico de soluções adaptadas às necessidades educativas, a formação e a investigação permitem a integração na sociedade de comunicação a pessoas com diferentes deficiências, através do acesso à informática e à internet. Para além destes objectivos, pretende “criar uma rede de interligação com diferentes escolas do IPL” (Instituto Politécnico de Leiria). Este centro recebe, de forma gratuita, qualquer pessoa de todo o país.</p>
<p>Como reflexão a mentora do projecto considera que as problemáticas da deficiência mantêm-se transparentes aos olhos de um cidadão comum, uma vez que esta só acontece aos outros. Com este projecto pretende-se ainda a integração de pessoas com deficiência, de modo a que se sintam independentes, activas e úteis, tendo as mesmas oportunidades.</p>
<p>Poderão procurar mais informações, relativamente a este projecto, no endereço <a href="http://www.crid.esel.ipleiria.pt/" title="Centro de recursos para a inclusão digital" target="_blank">www.crid.esel.ipleiria.pt</a>.</p>
<p><code></code></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ambientes distribuídos de colaboração e aprendizagem para crianças com necessidades educativas especiais: o caso das crianças portadoras de Trissomia 21</title>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2007 00:10:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardomonteiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Challenges 2007]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
 
 
No primeiro painel intitulado “Ambientes Emergentes” dou principal relevância à comunicação da Dr.ª Ana Margarida Almeida da Universidade de Aveiro do Departamento de Comunicação e Arte, que nos apresentou a temática “Ambientes distribuídos de colaboração e aprendizagem para crianças com necessidades educativas especiais: o caso das crianças portadoras de Trissomia 21”.
Segundo a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"> <span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal">No primeiro painel intitulado “Ambientes Emergentes” dou principal relevância à comunicação da Dr.ª Ana Margarida Almeida da Universidade de Aveiro do Departamento de Comunicação e Arte, que nos apresentou a temática “<a href="http://lsm.dei.uc.pt/ribie/docfiles/txt2003731174455paper-123.pdf">Ambientes distribuídos de colaboração e aprendizagem para crianças com necessidades educativas especiais: o caso das crianças portadoras de Trissomia 21</a>”.</p>
<p class="MsoNormal">Segundo a autora, foi desenvolvido um trabalho, com o qual se pretende encontrar oportunidades, através de um ambiente de aprendizagem rico, contextualizado e adaptado a sujeitos com necessidades educativas especiais. Penso que é de salientar, e passo a citar, <em>“a deficiência é, sem dúvida, mais do que um fenómeno de disfunção mental ou motora, uma dinâmica multi-dimensional que inclui aspectos educacionais, comportamentais e sociais” </em>(Ramos, 2002).</p>
<p class="MsoNormal">O público alvo do estudo apresentado são sujeitos portadores de <a href="http://appt21.org.pt/">trissomia 21</a>. Depois de realizado um levantamento das especificidades deste sindroma, desenvolveu-se “<em>uma plataforma tecnológica de comunicação distribuída de promoção da reabilitação de crianças com Trissomia 21 que permite que estas realizem trabalho colaborativo, numa abordagem distal de minimização de contactos proximais durante os momentos de aprendizagem”.</em> (Ramos, 2002).</p>
<p class="MsoNormal">Surgiu então o modelo conceptual ANCORA, o qual pretende explorar potencialidades de estruturação e contextualização das aprendizagens e desenvolver um problema típico da trissomia 21: o sentido cronológico. Assim, este modelo “<em>baseia-se em esquemas de construção narrativa, permitindo às crianças a participação e actividades específicas em função da manipulação de entidades (objectos, acções e personagens) e construções de cenários”.</em>(Ramos, 2002) Para além desta abordagem, <span> </span>este preocupa-se com processos de construção cognitiva e de aprendizagem sobre o paradigma construtivista e pós construtivista (o desenvolvimento social ocorre juntamente com o desenvolvimento cognitivo).</p>
<p class="MsoNormal">Este modelo foi testado através de um protótipo desenvolvido em numa plataforma distribuída em rede, de forma a permitir o acesso a utilizadores de zonas dispersas.</p>
<p class="MsoNormal">Funcionalidades do protótipo:</p>
<p class="MsoNormal">- Interacção em ambiente gráfico (interface simples e intuitivo que possibilita a manipulação directa de entidades assim como a integração de imagens, sons e animações);</p>
<p class="MsoNormal">- Gestão e controlo de utilizadores (validação de <em>login </em>e <em>password </em>e registo de novos utilizadores);</p>
<p class="MsoNormal">- Colaboração em ambiente distribuído (ferramentas de colaboração em rede para utilizadores geograficamente dispersos);</p>
<p class="MsoNormal">- Controlo de comunicações (transferência de informação entre utilizadores e com o servidor);</p>
<p class="MsoNormal">- Gestão de bases de dados (acesso a bases de dados, quer de utilizadores, quer de entidades, cenários, narrativas e dados das actividades);</p>
<p class="MsoNormal">- Partilha de <em>white-board </em>/ construção dos cenários (manipulação directa (<em>drag and drop</em>) das entidades que constituem as bases de dados (objectos, personagens, acções) e visualização partilhada das mesmas por parte de crianças e terapeutas on-line);</p>
<p class="MsoNormal">- Devolução de sequência temporal/narrativa (possibilidade de, em função da ordem pela qual foi efectuado o <em>drag and drop </em>das entidades, devolver uma narrativa, ou seja, um pequeno texto no qual a sequência dos acontecimentos corresponde à das entidades no cenário; a narrativa é construída de acordo com <em>labels </em>de texto que se encontram associadas às entidades constituintes do cenário e através do recurso a elementos pré-definidos de ligação textual que asseguram a construção de um texto coerente);</p>
<p class="MsoNormal">- Encaixe das actividades (possibilidade de, em função das entidades, despoletar actividades de reabilitação contextualizadas relativamente às interacções efectuadas pelo grupo de crianças on-line; o protótipo desenvolvido integra 12 actividades diferentes (como seleccionar palavras, contar, fazer grupos de 5, etc.) em relação às quais é possível recolher, por parte do terapeuta on-line, dados relativos às performances das crianças, possibilitando, assim, uma avaliação dinâmica das mesmas);</p>
<p class="MsoNormal">- Transmissão de voz (possibilidade de transmissão de voz em tempo real de forma a assegurar comunicação síncrona entre terapeutas e crianças on-line);</p>
<p class="MsoNormal">- Transmissão de texto (possibilidade de transmissão de texto em tempo real, de forma a assegurar partilha de opiniões entre o terapeuta on-line e o acompanhante (adulto) da criança on-line).</p>
<p class="MsoNormal" align="right">(Ramos, 2004)</p>
<p class="MsoNormal">Todo o processo de avaliação do estudo foi realizado permitindo encontrar resultados significativos. Segundo a autora, nos pares com as mesmas dificuldades e motivações, encontravam-se semelhanças na partilha de sucessos e insucessos. As comunicações colaborativas, através da voz, registavam um aumento, assim como o sucesso e rapidez na realização de tarefas propostas.</p>
<p class="MsoNormal">Em conclusão e citando Ramos, “<em>as crianças que participaram nesta experiência confirmaram a nossa convicção: o computador parece ser, de facto, uma ferramenta alternativa poderosa na aquisição de informação conceptual por parte das crianças portadoras de Trissomia 21.”</em><span></span></p>
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		<title>V Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação</title>
		<link>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/05/29/v-conferencia-internacional-de-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-na-educacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2007 00:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardomonteiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Challenges 2007]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;
Nos passados dias 17 e 18 do presente mês, realizou-se nas instalações da Universidade do Minho a V Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação. Esta apresentou um programa bastante interessante, com três painéis temáticos, uma conferência plenária e várias sessões a decorrer em simultâneo em quatro auditórios.
Os três painéis abordaram temas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Nos passados dias 17 e 18 do presente mês, realizou-se nas instalações da Universidade do Minho a<a href="http://www.nonio.uminho.pt/challenges2007/"> V Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação</a>. Esta apresentou um programa bastante interessante, com três painéis temáticos, uma conferência plenária e várias sessões a decorrer em simultâneo em quatro auditórios.</p>
<p class="MsoNormal">Os três painéis abordaram temas generalistas como, “Ambientes Emergentes”, “O Digital e o Currículo” e “Avaliação on-line”.</p>
<p class="MsoNormal">Este evento, que já vem a ser realizado desde 1999, oferece a possibilidade de interacção (palavra frequentemente utilizada ao longo dos dois dias) entre participantes, educadores, professores, especialistas e investigadores, nacionais e internacionais, de diferentes áreas da Educação e das Tecnologias de Informação e Comunicação.</p>
<p class="MsoNormal">Nos próximos artigos vou referir as sessões que, na minha perspectiva, apresentaram maior relevância em toda a conferência e que mais contribuíram para a minha formação, indo de encontro às minhas expectativas. Dos três painéis principais assumi como indispensável a comunicação da Dr.ª Ana Margarida Almeida da Universidade de Aveiro, que nos apresentou um estudo a ambientes distribuídos de colaboração e aprendizagem para crianças com necessidades educativas especiais, neste caso especifico crianças portadoras de Trisomia 21. É de salientar que em todas as comunicações que tive oportunidade de estar presente, apenas duas apresentaram preocupações face à usabilidade/acessibilidade das tecnologias da informação e comunicação por sujeitos portadores de deficiências (lembro que o<strong> </strong><strong><span>Parlamento Europeu</span></strong><strong> </strong>atribuiu a<strong> </strong><strong><span><a href="http://www.igualdades2007.com.pt/texto1.asp">2007 o Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos - Para uma Sociedade Justa</a>).</span></strong></p>
<p class="MsoNormal">Um aspecto menos positivo, apesar de compreensível,   é o decorrer de várias sessões, de forma simultânea, nos diversos auditores reservados para o efeito. Facto esse que me levou a ter que optar por determinadas comunicações, em detrimento de outras igualmente importantes.</p>
<p class="MsoNormal">Pretendo, no entanto, fazer referência a algumas comunicações que tive oportunidade de assistir e que, através delas, fomentei a intenção de desenvolver maiores conhecimentos acerca dos temas abordados.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Conceitos de aprendizagem na internet</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2007 00:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardomonteiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ensino à distância]]></category>

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		<description><![CDATA[A aprendizagem em rede em Portugal: Um estudo sobre a utilização de Sistemas de Gestão de Aprendizagem na Internet em instituições de Ensino Superior.
A autora, Ana Cristina Dias Pinheiro tem como objectivo “perceber se as Instituições de Ensino Superior em Portugal possuem Sistemas de Gestão de Aprendizagem na Internet e de que forma as utilizam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A aprendizagem em rede em Portugal: Um estudo sobre a utilização de Sistemas de Gestão de Aprendizagem na Internet em instituições de Ensino Superior.<br />
A autora, Ana Cristina Dias Pinheiro tem como objectivo “perceber se as Instituições de Ensino Superior em Portugal possuem Sistemas de Gestão de Aprendizagem na Internet e de que forma as utilizam e, detectar características e problemas associados à utilização dos Sistemas de Gestão de Aprendizagem na Internet, tendo em conta a realidade portuguesa de Ensino Superior.” (Pinheiro, 2005: 10)<br />
No sentido de conhecer melhor o panorama das plataformas no Ensino Superior em Portugal, esta dissertação de mestrado suscitou-me bastante interesse, o que me levou a estudá-la.<br />
Considero pertinente a forma como Pinheiro (2005) define os conceitos de aprendizagens na internet segundo diferentes autores, já que esta nos permite, de uma forma eficaz, conhecer várias abordagens ao ensino à distância.<br />
Apresento assim alguns dos conceitos que a autora apresenta no seu estudo:</p>
<p>Aprendizagem em rede<br />
Gomes, 2003a, p. 151<br />
Utiliza e apresenta uma série de definições do conceito segundo diversos autores e sugere o conceito de aprendizagem em rede: “A quarta geração tecnológica, que designaremos por “aprendizagem em rede”, em detrimento dos anglicismos “web-learning”, “e-learning” ou “online learning”, caracteriza-se por uma representação multimédia dos conteúdos de ensino estruturada sobre redes de comunicação por computador”</p>
<p>Distance education<br />
Delling, 1966, p. 186 citado por Keegan, 1996, p. 57<br />
Distance education (fernunterricht) is a planed and systematic activity which comprises the choice, didactic preparation and presentation of teaching materials as well as the supervision and support of student learning and which is achieved by bridging the physical distance between student and teacher by means of at least one appropriate technical medium”</p>
<p>Garrison &amp; Shale, 1987, p. 11 citado por Keegan, 1996, p. 42-43<br />
“Distance education implies that the majority of educational communication between (among) teacher end student (s) occurs noncontiguously. It must involve two-way communication between (among) teacher and student(s) for the purpose of facilitating and supporting the educational process. It uses technology to mediate the necessary two-way communication.”</p>
<p>Keegan, 1996, p. 50<br />
“Distance education is a form of education characterized by:<br />
- the quasi-permanent separation of teacher and learner throughout the length of learning process (this distinguishes it from conventional face-to-face education);<br />
- the influence of an educational organization both in the planning and preparation of learning materials and in the provision of student support services (this distinguishes it from private study and teach-yourself programmes;<br />
- the use of technical media – print, audio, video or computer – to unit teacher and learner and carry the content of the course;<br />
- the provision of two-way communication so that the student may benefit from even initiate dialogue (this distinguishes it from other uses of technology in education; and<br />
- the quasi-permanent absence of learning group throughout the length of learning process so that people are usually taught as individuals rather than in groups, with the possibility of occasional meetings, either face-to-face or by electronic means for both didactic and socialization purposes”</p>
<p>Distance learning<br />
Keegan, 1996, p. 37<br />
“Many authors use it in an administrative sense or for the field as a whole. This emphasizes the student-centeredness of the process, with “distance education” being regarded as too bureaucratic and “distance teaching” too teacher-centered”</p>
<p>Distance teaching<br />
Keegan, 1996, p. 36-37<br />
“…indicates well the process of course development by which a distance institution prepares learning materials for students”</p>
<p>Distance teaching / education<br />
Peters, 1973, p. 206 citado por Keegan, 1996, p. 41<br />
“Distance teaching/ education (Fernunterricht) is a method of imparting knowledge, skills and attitudes which is rationalized by application of division of labour and organizational principles as well as by extensive use of technical media, especially for the purpose of reproducing high quality teaching materials which makes it possible to instruct great numbers of students at the same time wherever they live. It is an industrialized form of teaching and learning.”</p>
<p>Educação a distância<br />
Lagarto, 2002, p. 100- 101<br />
Apresenta definição de Holmberg (1977) 2: “O termo “educação a distância” abrange várias formas de estudo a qualquer nível e que não estão sobre a contínua e imediata supervisão de tutor presente em sala de aula ou no mesmo edifício, mas que apesar disso, beneficiam de suporte, aconselhamento e tutoria por parte da instituição formadora.”</p>
<p>Educação on-line<br />
Paulsen, 2002, p. 20<br />
Apresenta a caracterização de Keegan, (1988) na qual a educação on-line é caracterizada por:<br />
“Separação de professores e alunos, factor que a distingue do ensino presencial; influência de uma organização educativa, factor que a distingue do auto-estudo e das tutórias particulares; utilização de uma rede computorizada para apresentar ou distribuir alguns conteúdos educativos; garantia de comunicação bidireccional através de uma rede computorizada para que os estudantes possam comunicar entre si, e com os professores e pessoal administrativo”.</p>
<p>Educación a distancia<br />
Litwin, 2000, p. 15<br />
“Estudiar el desarrollo de la educación a distancia implica, fundamentalmente, reconocer una modalidad de enseñanza con características específicas, esto es, una manera particular de crear un espacio para generar, promover e implementar situaciones en las que los alumnos aprendan.”</p>
<p>E-learning<br />
Correia &amp; Dias, 2001, p. 521<br />
“Today the e-learning concept is larger than ever. E-learning can be an alternative term for distance education, web-based learning, or online learning, which emphasizes net-work-enabled learning.”</p>
<p>Paulsen, 2002, p. 21<br />
“O e-learning é aqui definido como um tipo de aprendizagem interactivo, no qual o conteúdo de aprendizagem se encontra disponível online, estando assegurado o feedback automático das actividades de aprendizagem do estudante. A comunicação online em tempo real poderá ou não estar incluída, contudo a tónica do e-learning centra-se mais no conteúdo da aprendizagem do que na comunicação entre alunos e tutores”</p>
<p>Ensino a distância<br />
Trindade, 1990, p. 294<br />
&#8220;Aplica-se à metodologia destinada a promover a auto-aprendizagem, tomando como base a utilização de materiais didácticos mediatizados, em regime estritamente extra-escolar.&#8221;</p>
<p>Formação à distância<br />
MTS, 2001<br />
“A formação à distância é um método de formação com reduzida intervenção presencial do formador, em que se recorre à utilização de materiais didácticos diversos, em suportes escrito, áudio, vídeo, informático ou multimédia, com vista não só à aquisição de conhecimentos como também à avaliação do progresso do formando.”</p>
<p>Independent learning<br />
Wedemeyer, 1973, p. 73 citado por Keegan, 1996, p. 59<br />
“”Independent learning” is that learning, that changed behaviour, that results from activities carried on by learners in space and time, learners whose environment is different from that of the school, learners who may be guided by teachers but who are not dependent upon them, learners who accept degrees of freedom and responsibility in initiating and carrying out the activities that lead to learning” Segundo Keegan, Wedemayer utiliza esta terminologia para descrever distance education no ensino superior.</p>
<p>Online learning<br />
Kirschner et al., 1999<br />
&#8220;is mediated experience where the specific aim is the intentional acquisition of knowledge, skills, attitudes and competencies.&#8221; (Kirschner et al., 1999, p. 81)</p>
<p>Teaching at a distance<br />
Keegan, 1996, p. 8<br />
&#8220;Teaching at a distance is characterized by the separation of teacher and learner and the learner from the learning group, with the interpersonal face-to-face communication of conventional education being replaced by an apersonal mode of communication mediated by technology&#8221;</p>
<p>Telecommunications-based distance education<br />
Baker et al, 1989, p. 25 citado por Keegan, 1996, p. 43<br />
“Telecommunications-based distance education approaches are an extension beyond the limits of correspondence study. The teachinglearning experience for both instructor and student(s) occurs simultaneously – it is contiguous in time. When an audio and/or video communication link is employed, the opportunity for live teacher-student exchanges in real time is possible, thereby permitting immediate response to student inquiries and comments. Much like a traditional classroom setting, students can seek on-the-spot clarification from the speaker.”</p>
<p>(Pinheiro, 2005: 17-20)</p>
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		<item>
		<title>E se tu fosses diferente&#8230;</title>
		<link>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/04/16/e-se-tu-e-que-fosses-diferente/</link>
		<comments>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/04/16/e-se-tu-e-que-fosses-diferente/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Apr 2007 23:43:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardomonteiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;
A acessibilidade na web não é inacessivel&#8230;
&#160;

&#160;
A EDF é uma empresa de energia eléctrica francesa.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">A acessibilidade na web não é inacessivel&#8230;</p>
<p class="infos">&nbsp;</p>
<p class="infos"><a href="http://www.ad-awards.com/inc/video.swf?id=104"><code></code></a><span></span></p>
<p class="infos">&nbsp;</p>
<p class="infos">A EDF é uma empresa de energia eléctrica francesa.</p>
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		<title>&#8220;Ensino à distância&#8221; ou &#8220;Ensino a distância&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2007 16:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardomonteiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ensino à distância]]></category>

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		<description><![CDATA[A utilização da expressão “ensino a distância” ou “ensino à distância” tem despertado várias discussões. No sítio ciberduvidas é apresentada como a forma mais correcta, quando nos referimos a aprendizagem não presencial, “ensino a distância”. Isto porque, como podemos verificar aqui, a expressão pretende caracterizar o tipo de trabalho que é realizado. Assim como por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">A utilização da expressão “ensino a distância” ou “ensino à distância” tem despertado várias discussões. No sítio <a href="http://ciberduvidas.sapo.pt/">ciberduvidas</a> é apresentada como a forma mais correcta, quando nos referimos a aprendizagem não presencial, “ensino a distância”. Isto porque, como podemos verificar <a href="http://ciberduvidas.sapo.pt/resposta.php?id=291">aqui</a>, a expressão pretende caracterizar o tipo de trabalho que é realizado. Assim como por exemplo “ensino por correspondência” e não “ensino pela correspondência”. A utilização da contracção da preposição <span>“a”</span> com o artigo definido <span>“a”, segundo o mesmo sítio, deverá ocorrer quando nos referimos a uma distância específica, o que implica a presença da preposição “de”. Como exemplo é referido: </span>«A casa de meus avós ficava <strong>à</strong> distância <strong>de</strong> cem metros» ou «…ensino à distância de um clique». Segundo Trindade (1990) (citado por Pinheiro (2005: 22)) “(&#8230;) deve utilizar-se a preposição não contraída (a distância e não à distância), na medida em que nos referimos a uma distância qualquer e não a certa particular distância (do mesmo modo que: salto em altura; fato por medida; descarga de profundidade).”<em> </em><span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span>            </span>Contudo, se fizermos uma pesquisa através do motor de busca Google em <a href="http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&amp;q=%22ensino+a+dist%C3%A2ncia%22&amp;btnG=Pesquisar&amp;meta=">“ensino a distância”</a>, emerge a dúvida, já que a existência das duas expressões é uma constante nos <em>links</em> que nos são indicados.</p>
<p class="MsoNormal"><span>            </span>A justificação encontrada para a utilização de “à” ao invés de “a” é-nos apresentada neste <a href="http://ciberduvidas.sapo.pt/pergunta.php?id=14287">sítio</a>, no sentido de clarificar a expressão “ensino a distância” e não permitir ambiguidades. A utilização de “ensino a distância” poderá dificultar o entendimento do verdadeiro sentido da expressão. Senão vejamos, será que nos estamos a referir a ensino não presencial ou estamos a dizer que vamos ensinar o conceito “distância”.</p>
<p class="MsoNormal"><span>            </span>No que concerne ao tema, pretendo que qualquer ideia a transmitir seja clara e objectiva, e que não apresente dificuldades de interpretação. Assim, após a justificação da aplicação dos termos, utilizarei a expressão “ensino à distância”.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Referências:</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://www.ciberduvidas.pt/">www.ciberduvidas.pt</a></p>
<p class="MsoNormal">Pinheiro, A.C.D. (2005). <span> </span><strong>A aprendizagem em rede em Portugal. </strong>Um estudo sobre a utilização de<strong> </strong>Sistemas de Gestão de Aprendizagem<strong> </strong>na Internet em instituições de Ensino<strong> </strong>Superior. Braga: Universidade do Minho</p>
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		<title>Bem vindo ao Blogue de Ricardo Monteiro</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2007 14:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardomonteiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Apresentação]]></category>

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		<description><![CDATA[Este blogue surge no contexto da unidade curricular de &#8220;Ensino à Distância&#8221; do Mestrado em Educação, especialização em Tecnologia Educativa na Universidade do Minho. Pretende-se que este seja um portfolio digital sobre tecnologia educativa, onde o tema principal é o ensino à distância e a forma como este surge em contextos educativos.
Com a vossa colaboração, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este blogue surge no contexto da unidade curricular de &#8220;Ensino à Distância&#8221; do Mestrado em Educação, especialização em Tecnologia Educativa na Universidade do Minho. Pretende-se que este seja um portfolio digital sobre tecnologia educativa, onde o tema principal é o ensino à distância e a forma como este surge em contextos educativos.</p>
<p>Com a vossa colaboração, espero que este blog se apresente dinâmico e atractivo!</p>
<p><a href="http://ricardomonteiro.com.sapo.pt" title="Site de Ricardo Monteiro">Saiba mais sobre mim&#8230;</a></p>
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