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	<title>Comentários para COM.ACESSO</title>
	<link>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs</link>
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	<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 04:37:32 +0000</pubDate>
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		<title>Comentário em E se tu fosses diferente&#8230; por Carla Santos</title>
		<link>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/04/16/e-se-tu-e-que-fosses-diferente/#comment-87</link>
		<author>Carla Santos</author>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 19:25:37 +0000</pubDate>
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		<description>Afinal, o mundo  não é de todos nem para todos! Seja de que forma for...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Afinal, o mundo  não é de todos nem para todos! Seja de que forma for&#8230;</p>
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		<title>Comentário em E se tu fosses diferente&#8230; por Sara Monteiro</title>
		<link>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/04/16/e-se-tu-e-que-fosses-diferente/#comment-56</link>
		<author>Sara Monteiro</author>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 13:35:10 +0000</pubDate>
		<guid>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/04/16/e-se-tu-e-que-fosses-diferente/#comment-56</guid>
		<description>Este filme coloca-nos na posição em que as pessoas com deficiência se encontram todos os dias: como ultrapssar os imensos obstáculos que os limitam diariamente nas rotinas mais simples???é uma questão a que todos nós deveríamos ser sensíveis, principalmente os nossos governantes e empresários.

Parabéns pelo Blog e temáticas abordadas.

Sara(piminha)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este filme coloca-nos na posição em que as pessoas com deficiência se encontram todos os dias: como ultrapssar os imensos obstáculos que os limitam diariamente nas rotinas mais simples???é uma questão a que todos nós deveríamos ser sensíveis, principalmente os nossos governantes e empresários.</p>
<p>Parabéns pelo Blog e temáticas abordadas.</p>
<p>Sara(piminha)</p>
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		<title>Comentário em E se tu fosses diferente&#8230; por Romana Maciel</title>
		<link>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/04/16/e-se-tu-e-que-fosses-diferente/#comment-13</link>
		<author>Romana Maciel</author>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 12:08:11 +0000</pubDate>
		<guid>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/04/16/e-se-tu-e-que-fosses-diferente/#comment-13</guid>
		<description>O filme fez-me pensar em muitas coisas, mas julgo que, no essencial, a moral da história resume-se à frase que diz que "a maioria é perversa", e realmente assim parece.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O filme fez-me pensar em muitas coisas, mas julgo que, no essencial, a moral da história resume-se à frase que diz que &#8220;a maioria é perversa&#8221;, e realmente assim parece.</p>
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		<title>Comentário em Ambientes distribuídos de colaboração e aprendizagem para crianças com necessidades educativas especiais: o caso das crianças portadoras de Trissomia 21 por Davide Martins</title>
		<link>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/05/29/ambientes-distribuidos-de-colaboracao-e-aprendizagem-para-criancas-com-necessidades-educativas-especiais-o-caso-das-criancas-portadoras-de-trissomia-21/#comment-12</link>
		<author>Davide Martins</author>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2007 17:02:26 +0000</pubDate>
		<guid>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/05/29/ambientes-distribuidos-de-colaboracao-e-aprendizagem-para-criancas-com-necessidades-educativas-especiais-o-caso-das-criancas-portadoras-de-trissomia-21/#comment-12</guid>
		<description>É certo que as novas tecnologias têm um potêncial enorme, mas também é garantido que se forem usadas levianamente só vão servir para aumentar o hiato entre as pessoas tecnologicamente educadas e os outros. A Internet, que surgiu como forma de incluir todas as pessoas numa rede global, acaba por ser uma faca de dois gumes: se por um lado existem aqueles que pertencem e usufruem da rede, existem outros que não beneficiam desse facto. Por isso é cada vez mais importante que esses problemas sejam seriamente considerados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É certo que as novas tecnologias têm um potêncial enorme, mas também é garantido que se forem usadas levianamente só vão servir para aumentar o hiato entre as pessoas tecnologicamente educadas e os outros. A Internet, que surgiu como forma de incluir todas as pessoas numa rede global, acaba por ser uma faca de dois gumes: se por um lado existem aqueles que pertencem e usufruem da rede, existem outros que não beneficiam desse facto. Por isso é cada vez mais importante que esses problemas sejam seriamente considerados.</p>
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	<item>
		<title>Comentário em Ambientes distribuídos de colaboração e aprendizagem para crianças com necessidades educativas especiais: o caso das crianças portadoras de Trissomia 21 por Maria João Gomes</title>
		<link>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/05/29/ambientes-distribuidos-de-colaboracao-e-aprendizagem-para-criancas-com-necessidades-educativas-especiais-o-caso-das-criancas-portadoras-de-trissomia-21/#comment-11</link>
		<author>Maria João Gomes</author>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2007 16:27:38 +0000</pubDate>
		<guid>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/05/29/ambientes-distribuidos-de-colaboracao-e-aprendizagem-para-criancas-com-necessidades-educativas-especiais-o-caso-das-criancas-portadoras-de-trissomia-21/#comment-11</guid>
		<description>Já conversamos informalmente sobre um dos aspectos que esta comunicação de que se faz eco no te blogue mais veio realçar... a quase total ausência (excepto a intervenÇão a que fez referência) de comunicações que se reportassem ao potencial das TIC no apoio ao cidadão com deficiência. Outras temáticas relacionadas merecem reflexão, nomeadamente como assegurar, por exemplo, que as práticas de e-learning melhorem a (info)inclusão social destes cidadãos em vez se se constituirem como mais um espaço de exclusão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já conversamos informalmente sobre um dos aspectos que esta comunicação de que se faz eco no te blogue mais veio realçar&#8230; a quase total ausência (excepto a intervenÇão a que fez referência) de comunicações que se reportassem ao potencial das TIC no apoio ao cidadão com deficiência. Outras temáticas relacionadas merecem reflexão, nomeadamente como assegurar, por exemplo, que as práticas de e-learning melhorem a (info)inclusão social destes cidadãos em vez se se constituirem como mais um espaço de exclusão.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em V Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação por Kelson dos Santos Araújo</title>
		<link>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/05/29/v-conferencia-internacional-de-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-na-educacao/#comment-10</link>
		<author>Kelson dos Santos Araújo</author>
		<pubDate>Fri, 01 Jun 2007 17:03:06 +0000</pubDate>
		<guid>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/05/29/v-conferencia-internacional-de-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-na-educacao/#comment-10</guid>
		<description>Pois é, Ricardo. Aparentemente é geral a "grita" contra esse sistema de excesso de comunicações num intervalo curto demais para a apresentação em si e para os posteriores comentários. Se, pelo menos, os moderadores conseguissem manter o cumprimento dos horários (o que, venhamos e convenhamos, é uma tarefa inglória dado o grande constrangimento que isso é capaz de causar entre todos os envolvidos), seria possível saltarmos de auditório para auditório e, assim, poderíamos estar presentes às diversas comunicações de nosso interesse. Assim, este seu trabalho de nos apresentar um resumo e/ou reflexão das comunicações que assistiu ser-nos-á, de certeza, bastante útil para termos uma visão mais abrangente do que, infelizmente, perdemos presencialmente. Valeu! :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Ricardo. Aparentemente é geral a &#8220;grita&#8221; contra esse sistema de excesso de comunicações num intervalo curto demais para a apresentação em si e para os posteriores comentários. Se, pelo menos, os moderadores conseguissem manter o cumprimento dos horários (o que, venhamos e convenhamos, é uma tarefa inglória dado o grande constrangimento que isso é capaz de causar entre todos os envolvidos), seria possível saltarmos de auditório para auditório e, assim, poderíamos estar presentes às diversas comunicações de nosso interesse. Assim, este seu trabalho de nos apresentar um resumo e/ou reflexão das comunicações que assistiu ser-nos-á, de certeza, bastante útil para termos uma visão mais abrangente do que, infelizmente, perdemos presencialmente. Valeu! <img src='http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /></p>
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	<item>
		<title>Comentário em E se tu fosses diferente&#8230; por Maria João Gomes</title>
		<link>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/04/16/e-se-tu-e-que-fosses-diferente/#comment-8</link>
		<author>Maria João Gomes</author>
		<pubDate>Fri, 04 May 2007 13:35:27 +0000</pubDate>
		<guid>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/04/16/e-se-tu-e-que-fosses-diferente/#comment-8</guid>
		<description>Este filme é uma lição que nos deixa sem palavras!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este filme é uma lição que nos deixa sem palavras!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em &#8220;Ensino à distância&#8221; ou &#8220;Ensino a distância&#8221; por Maria João Gomes</title>
		<link>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/04/16/ensino-a-distancia-ou-ensino-a-distancia/#comment-7</link>
		<author>Maria João Gomes</author>
		<pubDate>Fri, 04 May 2007 13:33:48 +0000</pubDate>
		<guid>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/04/16/ensino-a-distancia-ou-ensino-a-distancia/#comment-7</guid>
		<description>A intervenção do Kelson é preciosa... e achei "deliciosamente" verdadeira a questão de muitas vezes se assumir (eu faço-o...) a "posição desmobilizada, de aceitação das duas formas: "a distância" e "à distância", embora adopte pessoalmente a designação "a distância".</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A intervenção do Kelson é preciosa&#8230; e achei &#8220;deliciosamente&#8221; verdadeira a questão de muitas vezes se assumir (eu faço-o&#8230;) a &#8220;posição desmobilizada, de aceitação das duas formas: &#8220;a distância&#8221; e &#8220;à distância&#8221;, embora adopte pessoalmente a designação &#8220;a distância&#8221;.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em &#8220;Ensino à distância&#8221; ou &#8220;Ensino a distância&#8221; por kelsonaraujo</title>
		<link>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/04/16/ensino-a-distancia-ou-ensino-a-distancia/#comment-6</link>
		<author>kelsonaraujo</author>
		<pubDate>Tue, 01 May 2007 19:42:33 +0000</pubDate>
		<guid>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/04/16/ensino-a-distancia-ou-ensino-a-distancia/#comment-6</guid>
		<description>Só para repetir o que eu já havia dito no primeiro anúncio colocado pelo Ricardo sobre e para conveniência de quem mais ler este, realmente, escrever EaD ou EàD é mais um assunto polémico sobre o qual se debruçam os académicos e os utilizadores de nossa riquíssima língua portuguesa. Penso que os argumentos que podemos ler sobre esse assunto (e nos deliciar com eles) no sítio indicado pela Profa. Maria João no comentário dado por ela anteriormente, o Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, não são conclusivos por ambas as partes, mas apontam, sim, para que as pessoas assumam uma posição desmobilizada, de aceitação das duas formas: “a distância” e “à distância”.

Decerto é que, em determinadas situações específicas de uso da expressão, os argumentos a favor de um ou de outro uso são mais fortes (evitar a ambiguidade, enfatizar o termo “distância”, uso de “regras” práticas etc.), o que acaba levando um defensor de um uso específico a aceitar, mesmo que a contragosto, a utilização da outra forma.

Por outro lado, vale notar que algumas intervenções existentes no sítio Ciberdúvidas não são de todo confiáveis e devem ser tomadas com muito cuidado como, por exemplo, no seguinte trecho do comentário de Carla Viana :: 28/10/2005 no qual ela afirma: “[…] «Eu ensino a distância.», o substantivo distância é obje(c)to de ensino, obje(c)to dire(c)to do verbo ensinar. […]” Tal afirmação está incorrecta. Na frase citada, o verbo “ensinar” é intransitivo e a locução “a distância” é adjunto adverbial de modo, não objecto directo do verbo pois a distância não está a ser ensinada por ninguém. Com essa ressalva quanto à legitimidade daquilo que podemos encontrar até no consagrado Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, podemos prosseguir com o debate sadio sobre esse assunto e que todos saiamos vencedores dele!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só para repetir o que eu já havia dito no primeiro anúncio colocado pelo Ricardo sobre e para conveniência de quem mais ler este, realmente, escrever EaD ou EàD é mais um assunto polémico sobre o qual se debruçam os académicos e os utilizadores de nossa riquíssima língua portuguesa. Penso que os argumentos que podemos ler sobre esse assunto (e nos deliciar com eles) no sítio indicado pela Profa. Maria João no comentário dado por ela anteriormente, o Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, não são conclusivos por ambas as partes, mas apontam, sim, para que as pessoas assumam uma posição desmobilizada, de aceitação das duas formas: “a distância” e “à distância”.</p>
<p>Decerto é que, em determinadas situações específicas de uso da expressão, os argumentos a favor de um ou de outro uso são mais fortes (evitar a ambiguidade, enfatizar o termo “distância”, uso de “regras” práticas etc.), o que acaba levando um defensor de um uso específico a aceitar, mesmo que a contragosto, a utilização da outra forma.</p>
<p>Por outro lado, vale notar que algumas intervenções existentes no sítio Ciberdúvidas não são de todo confiáveis e devem ser tomadas com muito cuidado como, por exemplo, no seguinte trecho do comentário de Carla Viana :: 28/10/2005 no qual ela afirma: “[…] «Eu ensino a distância.», o substantivo distância é obje(c)to de ensino, obje(c)to dire(c)to do verbo ensinar. […]” Tal afirmação está incorrecta. Na frase citada, o verbo “ensinar” é intransitivo e a locução “a distância” é adjunto adverbial de modo, não objecto directo do verbo pois a distância não está a ser ensinada por ninguém. Com essa ressalva quanto à legitimidade daquilo que podemos encontrar até no consagrado Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, podemos prosseguir com o debate sadio sobre esse assunto e que todos saiamos vencedores dele!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Bem vindo ao Blogue de Ricardo Monteiro por kelsonaraujo</title>
		<link>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/03/26/hello-world/#comment-5</link>
		<author>kelsonaraujo</author>
		<pubDate>Tue, 01 May 2007 19:37:21 +0000</pubDate>
		<guid>http://ricardomonteiro.tech-x-pert.org/blogs/2007/03/26/hello-world/#comment-5</guid>
		<description>Realmente, este é mais um assunto polémico sobre o qual se debruçam os académicos e os utilizadores de nossa riquíssima língua portuguesa. Penso que os argumentos que podemos ler sobre esse assunto (e nos deliciar com eles) no sítio indicado pela Profa. Maria João, o Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, não são conclusivos por ambas as partes, mas apontam, sim, para que as pessoas assumam uma posição desmobilizada, de aceitação das duas formas: "a distância" e "à distância".

Decerto é que, em determinadas situações específicas de uso da expressão, os argumentos a favor de um ou de outro uso são mais fortes (evitar a ambiguidade, enfatizar o termo "distância", uso de "regras" práticas etc.), o que acaba levando um defensor de um uso específico a aceitar, mesmo que a contragosto, a utilização da outra forma.

Por outro lado, vale notar que algumas intervenções existentes no sítio Ciberdúvidas não são de todo confiáveis e devem ser tomadas com muito cuidado como, por exemplo, no seguinte trecho do comentário de Carla Viana :: 28/10/2005 no qual ela afirma: "[...] «Eu ensino a distância.», o substantivo distância é obje(c)to de ensino, obje(c)to dire(c)to do verbo ensinar. [...]" Tal afirmação está incorrecta. Na frase citada, o verbo "ensinar" é intransitivo e a locução "a distância" é adjunto adverbial de modo, não objecto directo do verbo pois a distância não está a ser ensinada por ninguém. Com essa ressalva quanto à legitimidade daquilo que podemos encontrar até no consagrado Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, podemos prosseguir com o debate sadio sobre esse assunto e que todos saiamos vencedores dele!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente, este é mais um assunto polémico sobre o qual se debruçam os académicos e os utilizadores de nossa riquíssima língua portuguesa. Penso que os argumentos que podemos ler sobre esse assunto (e nos deliciar com eles) no sítio indicado pela Profa. Maria João, o Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, não são conclusivos por ambas as partes, mas apontam, sim, para que as pessoas assumam uma posição desmobilizada, de aceitação das duas formas: &#8220;a distância&#8221; e &#8220;à distância&#8221;.</p>
<p>Decerto é que, em determinadas situações específicas de uso da expressão, os argumentos a favor de um ou de outro uso são mais fortes (evitar a ambiguidade, enfatizar o termo &#8220;distância&#8221;, uso de &#8220;regras&#8221; práticas etc.), o que acaba levando um defensor de um uso específico a aceitar, mesmo que a contragosto, a utilização da outra forma.</p>
<p>Por outro lado, vale notar que algumas intervenções existentes no sítio Ciberdúvidas não são de todo confiáveis e devem ser tomadas com muito cuidado como, por exemplo, no seguinte trecho do comentário de Carla Viana :: 28/10/2005 no qual ela afirma: &#8220;[&#8230;] «Eu ensino a distância.», o substantivo distância é obje(c)to de ensino, obje(c)to dire(c)to do verbo ensinar. [&#8230;]&#8221; Tal afirmação está incorrecta. Na frase citada, o verbo &#8220;ensinar&#8221; é intransitivo e a locução &#8220;a distância&#8221; é adjunto adverbial de modo, não objecto directo do verbo pois a distância não está a ser ensinada por ninguém. Com essa ressalva quanto à legitimidade daquilo que podemos encontrar até no consagrado Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, podemos prosseguir com o debate sadio sobre esse assunto e que todos saiamos vencedores dele!</p>
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